O alimento para memória que você subestima
Já teve a sensação de que a memória anda mais lenta? De esquecer nomes, compromissos ou onde deixou as chaves — mesmo com uma noite bem dormida?
Pode não ser só cansaço. Muitas vezes, nosso cérebro só está pedindo um nutriente que a gente insiste em ignorar. E ele pode estar ali, quietinho, na feira ou na quitanda: o inhame.

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Por que o inhame é um alimento para memória poderoso
Enquanto todo mundo fala em peixe, ômega-3 e suplementos caros, pesquisas recentes revelam que o inhame tem compostos únicos que protegem — e até regeneram — as células do cérebro.
Um estudo divulgado pelo Diário do Comércio mostra que, em certos aspectos, o inhame pode ser mais eficaz que o peixe no suporte à função cognitiva. Isso graças a uma combinação rara de antioxidantes, vitaminas do complexo B e, principalmente, um nutriente chamado diósporina.
Essa substância, quase exclusiva do inhame, atua na redução da inflamação cerebral e estimula a produção de acetilcolina — um neurotransmissor essencial para a memória e o aprendizado.
O que o peixe faz… e o que o inhame faz além disso
Não estamos dizendo para você parar de comer salmão. O ômega-3 é incrível para a saúde do cérebro, sim. Mas o inhame vai além: ele ajuda a reparar neurônios danificados e melhora a comunicação entre as células cerebrais.
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Traduzindo: enquanto o peixe “lubrifica” o sistema, o inhame “reconstrói” partes dele. Um cuida, o outro regenera. E os dois juntos? Poder total.
Como incluir esse alimento para memória no dia a dia
O inhame é mais versátil do que parece. Você pode:
- Cozinhar e amassar com um fio de azeite (fica cremoso e doce naturalmente)
- Assar em rodelas com alecrim e alho
- Adicionar à sopa ou ao purê de legumes
- Ou até bater no café da manhã com banana e canela
Dica importante: evite descascar demais. Boa parte dos antioxidantes está logo abaixo da casca. Lave bem e cozinhe com ela sempre que possível.
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E se eu almoçar tarde? Isso atrapalha?
Sim — e isso tem tudo a ver com o inhame. Se você adia o almoço para depois das 14h, seu metabolismo entra em modo de sobrecarga, como mostram nutricionistas do Correio 24 Horas. Isso prejudica a absorção de nutrientes, inclusive os que protegem o cérebro.
Ou seja: mesmo que o seu almoço tenha inhame, se for muito tarde, seu corpo pode não aproveitar todo o potencial desse alimento para memória. Por isso, tente almoçar entre 12h e 14h — quando seu organismo está mais receptivo.
Minha opinião, de quem vê isso na prática
Como nutricionista, já perdi a conta de quantas pessoas me procuram querendo “turbinar a memória” com cápsulas caras. Enquanto isso, o inhame — barato, acessível e poderoso — fica esquecido na gaveta da cozinha.
Não subestime o que a natureza coloca ao nosso alcance. Às vezes, a melhor receita para um cérebro afiado não vem de um laboratório… vem da terra.
E aí, você já inclui inhame na sua rotina? Conta aqui nos comentários como você costuma consumir — ou se tem dúvidas sobre como começar. Adoraria saber sua experiência!


Apaixonada pela vida saudável, estudante e entusiasta, redatora do corpo certo.
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