Já imaginou um alimento natural, fruta brasileira, que ajuda a controlar a fome, estabiliza o açúcar no sangue e ainda fortalece a imunidade — tudo por menos de R$ 20? Pois ele existe, e seu nome é pupunha.
Nativa da Amazônia, essa fruta tem chamado a atenção de nutricionistas e pesquisadores por um efeito surpreendente: sua capacidade de aumentar a saciedade lembra, em parte, o mecanismo do Ozempic. No entanto, ela age de forma totalmente natural, sem receita, sem efeitos colaterais e com o sabor autêntico da nossa biodiversidade.

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O que torna a pupunha tão especial?
Muito além do tradicional palmito, o fruto da pupunha é um verdadeiro alimento funcional. Ele é rico em fibras solúveis, que desaceleram a digestão dos carboidratos e, por isso, evitam picos de glicose. Dessa forma, você sente menos fome entre as refeições e mantém a energia mais estável ao longo do dia.
Além disso, a pupunha contém carotenoides, vitaminas A e C, cálcio e fósforo — nutrientes que fortalecem a imunidade e melhoram a saúde da pele, dos olhos e dos cabelos. “Esses compostos fazem da pupunha um alimento completo, com benefícios que vão muito além do emagrecimento”, explica a nutricionista Ádrea Moreira, docente da UNAMA Santarém.
Por que ela é comparada ao Ozempic?
O Ozempic age no cérebro para aumentar a saciedade por meio de hormônios. A pupunha, por sua vez, consegue um efeito semelhante de maneira natural. Suas fibras formam um gel no estômago, o que prolonga a sensação de estar satisfeito.
Portanto, embora não substitua medicamentos, ela pode se tornar uma aliada poderosa para quem quer controlar o apetite sem remédios. “Ela não precisa sair do seu prato. O importante é manter o equilíbrio”, reforça Ádrea.
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Como consumir a pupunha com segurança?
Você deve cozinhar a pupunha antes de comer, pois, crua, ela contém substâncias que podem irritar o trato digestivo. O fruto cozido combina bem no café da manhã como substituto do pão, ou você pode transformá-lo em farinha para bolos e massas.
Já o palmito de pupunha fica ótimo em saladas, recheios, tortas e massas. E, como bônus, sua produção é sustentável: os produtores colhem o palmito **sem matar a palmeira**, o que permite colheitas contínuas e reduz o impacto ambiental.
Quem deve ter cuidado?
Se você tem problemas renais, evite consumir pupunha em excesso, pois ela contém oxalato de cálcio, uma substância que, em grandes quantidades, pode sobrecarregar os rins. Para a maioria das pessoas, no entanto, ela é segura e traz muitos benefícios.
Minha opinião de quem vive a nutrição no dia a dia
Na minha experiência, os maiores avanços em saúde acontecem quando a gente para de buscar “milagres” e passa a valorizar o que a natureza já oferece. A pupunha é um exemplo perfeito disso: é acessível, brasileira, nutritiva e funcional.
Ela não é uma pílula mágica — mas, se você a incluir com consciência na rotina, pode ganhar mais saciedade, menos ansiedade por doces e mais energia para encarar o dia com leveza.
E você? Já experimentou a fruta brasileira pupunha como alimento funcional? Conta aqui nos comentários como foi sua experiência — ou se tem curiosidade sobre como usá-la no seu dia a dia. Estou por aqui, com uma panela no fogo e muita vontade de trocar ideias com você!


Apaixonada pela vida saudável, estudante e entusiasta, redatora do corpo certo.
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