Ela parece uma joia posta em uma tigela, cor de rubi, doces e crocantes. Mas, mais do que bela, a romã é uma verdadeira aliada do cérebro, especialmente para quem já passou dos 50.
De acordo com o neurologista Dr. Mill Etienne, citado pelo site Parade, essa fruta merece lugar de destaque na rotina de quem tem mais de 50 anos. E o motivo é claro: seus compostos atuam diretamente na proteção das células nervosas, ajudando a preservar memória, aprendizado e clareza mental — mesmo com o avanço da idade.
Ou seja: não se trata de modismo. Trata-se de ciência — acessível, prática e deliciosa.

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Por que a romã é tão poderosa depois dos 50 anos?
Com o passar do tempo, o cérebro enfrenta dois grandes desafios silenciosos: o estresse oxidativo e a inflamação crônica. Ambos danificam neurônios, enfraquecem conexões e, com o tempo, podem levar ao declínio cognitivo.
Felizmente, a romã entra em cena com uma dupla de ação: antioxidante e anti-inflamatória. Isso se deve, principalmente, aos seus polifenóis — substâncias bioativas que neutralizam radicais livres e acalmam processos inflamatórios no sistema nervoso.
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E o melhor? Esses benefícios não são teóricos. Estudos associam o consumo regular da fruta à manutenção de um cérebro mais ágil, resiliente e funcional — exatamente o que buscamos ao envelhecer com dignidade e autonomia.
Três razões científicas para incluir a romã quem tem mais de 50 anos
O Dr. Etienne destaca três efeitos comprovados dessa fruta na saúde neurológica. Confira:
1. Proteção contra o envelhecimento cerebral
Os polifenóis da romã fortalecem a rede de conexões neuronais e reduzem danos oxidativos — como um “escudo invisível” para suas células cerebrais. Dessa forma, o cérebro mantém sua eficiência por mais tempo.
2. Memória e aprendizado mais afiados
Além disso, o consumo regular está ligado a melhorias na capacidade de lembrar nomes, datas e rotinas — e até de absorver conhecimentos novos. Isso é essencial para quem deseja continuar ativo social, profissional ou intelectualmente.
3. Prevenção contra proteínas tóxicas no cérebro
Vale ressaltar: certas proteínas (como a beta-amiloide) tendem a se acumular com a idade e estão associadas a doenças como Alzheimer. A romã ajuda a reduzir esse risco, atuando de forma preventiva — e complementar a outros hábitos saudáveis.
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A boa notícia é que incluir essa fruta na dieta é mais fácil do que parece — e não exige talento culinário.
As sementes (arils) podem ser consumidas:
- Puras, como lanche rápido e refrescante;
- Misturadas a iogurtes naturais, aveia ou granola;
- Salpicadas em saladas verdes ou pratos quentes, como quinoa ou peixes;
- Ou ainda em forma de suco natural — preferencialmente coado, sem açúcar.
Ah, e atenção: se você faz uso contínuo de medicamentos (especialmente anticoagulantes), converse com seu médico antes de aumentar o consumo. Embora rara, a romã pode interagir com alguns remédios — e segurança sempre vem em primeiro lugar.

Envelhecer com lucidez é possível — e começa à mesa
Muitas vezes, associamos o cuidado com o cérebro a exames complexos ou suplementos caros. Mas, na verdade, a natureza já nos oferece ferramentas poderosas — como essa fruta vermelha, que cabe no bolso e no dia a dia.
Portanto, se você tem mais de 50 anos, considere dar à romã um lugar especial no seu cardápio. Não como milagre, mas como parte de uma rotina consciente — aquela que escolhe, todos os dias, envelhecer com saúde, vitalidade e muita clareza.
Afinal, o futuro do seu cérebro está sendo construído… agora. E cada escolha conta.

Apaixonada pela vida saudável, estudante e entusiasta, redatora do corpo certo.
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