Você já reparou que, de repente, supermercados estão cheios de uma nova versão de leite com rótulos modernos e promessas como “mais proteína” e “menos açúcar”? Pois saiba que se trata do leite ultrafiltrado — uma inovação que está conquistando consumidores em todo o Brasil.

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Mas o que ele tem de diferente? Será que realmente vale a pena trocar o leite tradicional por essa opção? A seguir, explicamos tudo de forma clara e objetiva.
Como o leite ultrafiltrado é feito?
O leite ultrafiltrado passa por um processo chamado ultrafiltração. Nesse método, o leite comum é filtrado por membranas microscópicas. Essas membranas retêm proteínas e gorduras, mas deixam passar água, lactose (o açúcar natural do leite) e alguns minerais.
Por isso, o resultado final é um líquido mais concentrado. Ou seja, ele tem mais proteína por porção e, ao mesmo tempo, menos lactose. Além disso, como parte do açúcar é removida, o sabor fica levemente menos doce — o que agrada quem busca opções mais leves.
Por que o leite ultrafiltrado virou tendência?
Nos últimos meses, o leite ultrafiltrado ganhou destaque nas redes sociais e nas gôndolas dos supermercados. Grandes marcas lançaram suas versões, e os consumidores aderiram rapidamente. Mas por quê?
Primeiro, porque ele entrega mais proteína: cerca de 50% a mais que o leite comum. Um copo pode conter até 13 gramas de proteína, o que ajuda na saciedade e no ganho de massa muscular. Segundo, porque tem menos lactose — ideal para quem sente desconforto com o leite tradicional, mas não tem intolerância severa.
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Além disso, muitas pessoas estão buscando alimentos funcionais, ou seja, que vão além da nutrição básica e trazem benefícios extras. Nesse contexto, o leite ultrafiltrado surge como uma alternativa prática e saborosa.

Vale a pena substituir o leite comum?
Depende dos seus objetivos e necessidades. Se você quer aumentar a ingestão de proteína sem recorrer a suplementos, essa pode ser uma ótima escolha. Da mesma forma, se sente inchaço ou desconforto após beber leite, o leite ultrafiltrado pode ser mais fácil de digerir.
No entanto, é importante lembrar que ele ainda contém lactose — só que em menor quantidade. Por isso, não é indicado para pessoas com intolerância grave. Nesses casos, leites vegetais ou versões com enzima lactase são mais seguros.
Outro ponto é o preço: o leite ultrafiltrado costuma ser mais caro que o tradicional. Então, avalie se os benefícios compensam o investimento extra no seu orçamento.
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Uma opção moderna com benefícios reais
O leite ultrafiltrado combina tecnologia alimentar e demanda por produtos mais nutritivos. Com mais proteína, menos lactose e um perfil equilibrado, ele veio para ficar — especialmente entre quem busca praticidade sem abrir mão da saúde.
Se você gosta de experimentar novidades e quer uma fonte natural de proteína no dia a dia, experimente incluí-lo na sua rotina. Afinal, inovar na alimentação pode ser mais simples — e saboroso — do que parece.
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